Edson Soares

…an invisible light
Baby mylo gymnasticEstreamos nossa fase de testes... Vai lá ver: www.weeshh.com ... o/#instamission36 / Back to childhood / instamission me lembra flickrnight. <3 ...Thor is indahouseMetronomyMost powerful woman in the world... Feliz Aniversário Mãe!!Finished... Friendship is art!

MIS Sunset Party

São Paulo’s Museum of Image and Sound (MIS) is taking over the place formerly occupied by clubs and festivals. With its monthly Sunset Party they’re proving that their radar for music experimentation is so far the best in town. Latest performances of Silver City (Buenos Aires), Ashley Beedle (London), Joakim (Paris), Floating Points (London), Nosaj Thing (Los Angeles) and local DJs Akin, Tahira, RamiroZ and MZK justify their fame. And It’s not just music. Interventions from collective Grite Poesia (means “Shout Poetry”) and video art exhibitions help turning these afternoons at the museum into synesthetic experiences.

Taking place at the open area of MIS, the Sunset Party usually starts at 16h and goes until 22h. Drinks are offered by one of the sponsors, but people are encouraged to bring their own bottles. Some even come with their kids and their dogs. With free entrance, the event runs against the paradigm of overpriced access to culture at the most expensive city of South America.

Curiously, MIS is located in one of the most rich and green areas of São Paulo, surrounded by mansions and some of centennial tree species from Mata Atlântica . So don’t be surprised to see birds and butterflies while you’re dancing, they’re really there. When the night comes down, colorful lights seem to enhance the trees dimensions and, for a few minutes, you forget you’re in the city.

MuBE, São Paulo, SP
One of Mube garden’s scuptures. Photo from pedro kok

Sometimes the crowd gets big and reaches the garden of MuBE, the Museum of Brazilian Sculpture, where you can see works from Sonia Ebling, Yutaka Toyota, Ivald Granato, Roberto Lerner, among others. Luckily this is not the type of neighbor who complains about the music.

While we wait the announcement of next MIS Sunset Party, take the time to listen and dance with last month presentation of Joakim, recorded by peeps from DeepBeep:

MIS Sunset Party usually happens on the second sunday of the month. Stay tuned to the official website for news and remember to check the exhibitions on weekdays too.

If you like the project, don’t hesitate to suggest new attractions on your comments. We make sure our friends from MIS will get your notes.

Por Edson Soares

WE R NOT DJS…

<3 Coxinha c/ Champagne @Secreto last night


Girls Just Wanna Have Fun – Starfucker
Lagerfeld Lady (Dragonette remix) – Fritz Helder and The Phantoms
Paper – Rafter
She Drives Me Crazy – Fine Young Cannibals
Don’t You Want Me – Human League
One Life Stand – Hot Chip
Dressed for success – Roxette
Laisse Tomber les Filles – April March
Damaged Goods – Gang of Four
I Think I Like U 2 – Jamaica
std fury – Javelin
<3 - Butterfly Bones
Black Magic - Magic Wands
Freak Me Out - Dat Politics
Making A Scene - Fritz Hedler and the Phantoms
Push It - Salt N' Pepper
Who Are You (Single Version) - The Who
I Was Made For Lovin' You - KISS
HEAVY CROSS ( YUKSEK REMIX) - GOSSIP
Gloria - Laura Branigan
Living on My Own - Queen
Alejandro - Lady GaGa
Rapariga é Você - Beijo Bhom
Arrepiou - Calypso
Poker Face - Dj Cremoso & Lady Gaga
Dancing with myself - Billy Idol
Invisible Light - Scissor Sisters

… mas somos bons animadores de festa! Tentei reproduzir aqui o set que Ana e eu fizemos ontem na Coxinha c/ Champagne… Ficou faltando muita coisa que hoje já não lembro mais… mas já dá pra entender o espírito… Push it push it….

Por Edson Soares

Flickerista: Maxim Balabin

true romance

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Kamyshin

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Fake Weapons

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Momentinho saudosista de meus dias de Flickr. Tão bom descobrir a galeria de algum flickerista repleta de belas imagens. Dá vontade de parar o trabalho, ligar o som e dar o play no slideshow. O fotógrafo e diretor de arte russo Maxim Balabin, aka mxl, é minha última descoberta. Enquadramentos pouco convencionais sugerindo cliques aleatórios, assim como paixão por cenas de rua, jovens e transportes sob duas rodas são recorrentes em seu portfólio, temperado com as diferentes cores de um viajante.

Fotos de Maxim Balabin
Por Edson Soares

Patrick Wolf p/ Junior mag

1.Hard Times | 2.Oblivion | 3.Damaris | 4.Vulture | 5.Get Lost | 6.Accident and Emergency | 7.The Magic Position

junior2Depois de séculos sem escrever para a revista Junior, volto a assinar um artigo na publicação gay mais guerreira do Brasil – a única que sobreviveu à crise. Por diversos motivos, e mesmo por alguns probleminhas, acho que sempre vou olhar com carinho para esta revista. E neste caso mais ainda pois fiquei muito feliz com a pauta que me ofereceram: uma entrevista com Patrick Wolf.

O cara é muito foda de talentoso e ainda ótimo de papo. Deu até vontade de chamar para tomar um drink, fazer uma balada, ficar amigo, sei lá… mas não me foram permitidos mais do que 18 minutos com o artista inglês que veio ao Brasil para apresentação no Planeta Terra.

Além de comprar a revista, que chega às bancas na semana que vem, aproveite para ver a página dele no Vimeo, com clips, diários em vídeo, filmagens caseiras e outras loucurinas by Patrick.

PS: desculpem a tremedeira e o péssimo audio do vídeo. Foi filmado com uma iFlip e objetivo maior era mais capturar o audio para decupagem posterior.

Por Edson Soares

Jardins suspensos

JARDIM SUSPENSO DA BABILÔNIA

JARDIM SUSPENSO DA BABILÔNIA

JARDIM SUSPENSO DA BABILÔNIA

Flores dos mais variados formatos mudaram a cara do minhocão de São Paulo, polêmica avenida suspensa criada por Paulo Maluf e frequentemente questionada tanto pela usabilidade quanto pela relevância arquitetônica. Além de trazer diversão à plataforma cinza de concreto, a intervenção bolada por Felipe Morozini, com ajuda de 21 amigos, relembra a importância da discussão do espaço urbano, dos ambientes de convivência social e especialmente da recuperação do centro de São Paulo.

Aperte o play para ver a maravilha florescendo!

E mais! Ouça trilha criada por Jackson Araújo inspirada no jardim de Morozini.

Por Edson Soares

Tornar-me fã

One Million Voices against FARCS

Alliance of Youth Movements

No meio da correria de setembro, sem dúvida o mês em que mais trabalhei até agora em 2009, fui parar no Peru para participar do I Congresso Internacional de Redes Sociais de Lima. Por conta da overdose de trabalho, não deu tempo de me preparar ou pesquisar nada sobre o país antes de decolar – ps. nem de praticar muito minha apresentação sobre Flickr. Após me surpreender com a culinária local, suar frio em frente ao público da palestra (era a primeira vez que fazia isso em inglês) e me desconectar com a incrível vista de Machu-Pichu, fecho o balanço da viagem com saldo super positivo. O curioso, contudo, é que os elementos mais inspiradores da viagem não eram peruanos, mas sim duas surpresas em forma de gente, ali convidados como eu, que me fizeram voltar diferente ao Brasil.

A primeira inspiração, Oscar Morales, é um colombiano de 35 anos responsável pelo projeto “Um milhão de vozes contra as FARCS”. Iniciado com uma página no Facebook criada para protestar contra as atividades dos grupos guerrilheiros colombianos, o projeto resultou em uma manifestação global, registrada em 200 cidades, que levou cerca de 12 milhões de pessoas às ruas. Bogotá, que teve a marcha mãe de todas as marchas, reuniu mais de 1 milhão de pessoas na maior manifestação da história da capital colombiana. Após o 4 de fevereiro de 2008, data dos protestos, Oscar tem viajado o mundo para contar sua experiência. Entre idas e vindas já conheceu gente como o príncipe Charles, o fundador do Facebook Mark Zuckerberg, diretores do Google, entre outras celebridades.

A segunda inspiração vem de Stephany Rudat, que contrariando o esteriótipo do elitizado condado californiano de Orange County, resolveu “salvar o mundo” criando a fundação Alliance of Youth Movements , que “faz uso de ferramentas tecnológicas para a promoção da liberdade, dos direitos humanos, da democracia e do desenvolvimento ao redor do mundo, habilitando lideranças sociais na conquista de mundanças sem o uso da violência”. Funciona como uma coleção de vídeos do estilo “How to” que ajudam a organizar o pensamento e a colocar em prática aquela idéia de manifestação. Além dos vídeos educativos, a interface também funciona como canal de comunicação para jovens engajados de todos os cantos do planeta, cuja interação esporadicamente vai para o mundo real através de encontros e congressos.

Parafraseando Alê Youssef, em um de seus últimos textos para a revista Trip, é nítida a carência na representatividade das novas gerações na esfera política brasileira. Se temos novos nomes assumindo o poder em grandes empresas, nas artes, na cultura e na comunicação, por que o mesmo não acontece em Brasília? Com o poder aparentemente inabalável das oligarquias políticas e os atalhos jurídicos que garatem aos criminosos políticos o direito de permanecer no poder, não há bem intensionado que almeije entrar para essa turma.

As ferramentas sociais da web 2.0 são uma ótima saída para quem não quer ficar calado. Não é preciso ter direito ao horário político na TV ou conhecer os chefes dos partidos para se fazer ouvir. Com uma mensagem apelativa de alto potencial de alcance é possível organizar ações a partir de uma simples página no Facebook. Será que se reunirmos 500 mil pessoas em um grupo na web contra a nova CPMF conseguimos chamar atenção? E as novas pistas da marginal em São Paulo, que além do impacto ambiental são mais um exemplo do privilégio ao carro em detrimento do transporte coletivo? O que não faltam são motivos para começar.

Por Edson Soares

Cajá-manga

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Que Rochinha o quê! Quem gosta de sorvete mais caseirão tem que experimentar as delícias da Frutos do Cerrado. Goiano que sou, fui conferir a recém-aberta sorveteria no bairro de Pinheiros, em São Paulo, e acabei devorando dois potinhos, um de cajá-manga (sensacional) e outro de milho. Sempre passava ali de bike e ficava com vontade de parar. Quase sempre vazio, o local oferece picolés e sorvetes das frutas mais exóticas do planalto central. Com matriz em goiânia, a rede inverte o movimento bandeirante desbravando solos paulistanos e costeiros. Marcha ao leste!

OBS: fica na esquina da Rua dos Pinheiros c/ a Joaquim Antunes.

Por Edson Soares

Deslumbrado

Alice

Alice

Mega atrasado e por vias heterodoxas (é só lançar o DVD que eu compro), finalmente assisti a minisérie Alice, da HBO, que conta os dramas e glórias de uma menina de Palmas que desembarca em São Paulo por conta de uma tragédia familiar e aqui vai ficando até descobrir uma cidade para chamar de sua.

Apesar de ter vindo à paulicéia por motivos muito diferentes dos de Alice, me identifico muito com a trama da personagem principal, assim como se identificariam muitos dos que chegaram e se instalaram nessa cidade maluca ajudando a compôr o caleidoscópio cultural que tanto a define.

Quando a avó de Alice responde aos telefonemas da neta com aquela alegria “Alice, minha filha”, é como se ouvisse minha mãe atendendo o celular. Pode estar caindo meu mundo aqui, ou o deles lá (em Iporá, interior de Goiás), que a surpresa é sempre boa: “Oi meu filho!!!” responde empolgada dona Mariângela após meu “oi mãe”.

Assim como Alice, também tive dias de correria no trabalho em que você acaba “se esquecendo” do aniversário do pai ou da mãe (chorei nesse episódio). Por sorte também cai em festas, me deslumbrei com a noite, conheci pessoas legais e me joguei. Celebrei! E tive ressacas. Homéricas. Algumas construtivas, outras destrutivas mesmo. E assim, indo ao fundo do poço algumas vezes, fui me conhecendo e construindo minha segunda família aqui.

Já não pego buzão lotado todos os dias (prefiro bike), mas também me ferrei. Algumas vezes acordei na “sarjeta”. Sem falar em gente que cruza seu caminho ou situações que fazem você se sentir a menor pessoa do universo. Dói! Normalmente não tem mais ninguém ali para te dar um abraço nessas horas. Hoje acho que momentos assim ajudam a enxegar algo novo dentro de si mesmo. Assim como voltar à terra natal de tempos em tempos. Rever aquele mundo deixado para trás, tão diferente, mas não menos importante na formação daquilo que se é.

PS: Continuo me ferrando! Mas quero mesmo é sentir o vento na cara e cavalgar sobre essa malha de concreto.

Música “Sem Mentiras”, de Fabio Góes.
Por Edson Soares

Evolução francesa

Já faz uns três anos que a moda tem retomado valores clássicos, principalmente nas roupas, deixando as extravagâncias para os acessórios. Não falo isso como fashionista assinante de revistas do gênero. Não tenho muito saco para isso. Essas impressões são totalmente empíricas e oriundas da rua, ao menos das de Paris. Quando morei na França há dois anos, achava muito diferente, e sexy, todo aquele estilo engomadinho/moderno do povo, principalmente dos meninos. Orgulho entre os franceses, a Lacoste é uma das marcas que veste os “nerds” de Saint-Germain-des-Près e que, claro, acabou me conquistando.

Com preço salgado para um estudante intercambista, o tênis total branco com o colorido detalhe do crocodilo acabou não vindo para o Brasil em minha mala. Achou que eu iria mencionar a pólo? Não. Na época eu respirava sneakers. Aqui acabei me esquecendo do tal desejo de consumo. Primeiro, por que seria mais caro ainda em terras brazucas, e segundo, por que Lacoste no Brasil ainda era sinônimo de roupa de tiozão. Mas a coisa mudou.

Você ainda pode dar uma pólo Lacoste de dia dos pais, mas basta ver o vídeo acima para entender que não precisa ser executivo ou ter 40 anos para usar uma. E isso não é nada novo. Só demorou um pouco para chegar por aqui.

O engraçado é que agora, por motivos que eu mesmo desconheço, fui convidado para colaborar com um projeto da marca intitulado Evolução Francesa. A Lalai já deu o grito em seu blog, e agora reverbero o chamado para as ações do crocodilo. Além de um blog alimentado com a ajuda de um time formado por gente das artes, da rua, da web, da noite e da moda, estão previstos a visita de três novos nomes da cena artística francesa ao Brasil. Neste ano em que todos falam da França, serão apresentados aos brasileiros as designers do duo Yasbukey, a jovem produtora musical Clara 3000 e o bombado diretor de arte Jean-Michel Bertin. Mas isso já é assunto para outro post né?! Por enquanto, vai lá no blog da Evolução.

PS: o vídeo da coleção Red que ilustra esse post é assinado por Terry Richardson.

Por Edson Soares

Filmoterapia

Perfil do Martin Scorsese no The Auteurs

Quer modelo de negócio mais ultrapassado que o das locadoras de vídeo e suas abusivas taxas? Aderi há uma semana ao The Auteurs enterrando de vez meu vínculo com a 2001. O site norte-americano mescla os conceitos de rede social e locadora virtual de vídeos exibidos em streaming, em ótima qualidade inclusive.

E não é só a definição das imagens que impressiona. Como sugere o nome, o The Auteurs possui um catálogo de filmes reconhecidos nos principais festivais de cinema do mundo. Do clássico ao contemporâneo, de hollywood a filmes do Irã, são sempre títulos originais e visionários.

Atualmente o site conta com três parceiros na aquisição dos direitos de distribuição: Costa Films, The Criterion Collection e Celluloid Dreams. Mesmo assim, muitos clássicos ainda não podem ser vistos. Vou torcer para que outras distribuidoras enxerguem o potencial do novo modelo de negócio e liberem logo seus filmes, satisfazendo cada vez mais a base cinéfila de assinantes.

Na imagem, perfil do Martin Scorsese no The Auteurs. Sim, ele pode ser um de seus contatos no site.

Por Edson Soares

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